quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Sobre Rock in Rio - 2011: O "Dia do Metal"


Descansado do Rock in Rio, posso dar minhas considerações sobre os shows (dos palcos principais apenas), os pontos positivos e negativos e alguma coisas curiosas que achei:

Gloria: Não vi o show todo. Na verdade, só me toquei que a banda tava tocando quando de repente ouvi "Walk" do Pantera e fui pra lá. É o que eu disse pra quem me perguntasse: poderia ser uma banda boa, o que realmente é, mas não é banda de estar no palco principal. Sepultura, Angra, Korzus, ou até o Matanza cobririam muito melhor o lugar deles.

Coheed And Cambria: A banda é boa. Tem músicas boas. Ponto. Não há nenhuma música foda. Nenhuma música empolgante. Peguei a discografia, ouvi todinha, e não consegui ver nenhuma música que eu achasse extremamente foda. Foi um show médio, com uma banda desconhecida. O ponto alto do show deles foi quando tocaram "The Trooper" do Iron Maiden, e só. O problema, eu acho, está no fato de ser uma banda desconhecida para a maior parte do público. Mas fizeram o feijão com arroz e ganharam sua grana. É o que eu disse: ter um bom empresário é essencial...

domingo, 4 de julho de 2010

Sobre... Mais um texto

PS: meus textos ainda não tem título xD

Ele sabia dessa possibilidade, mas não poderia simplesmente ficar calado. A dúvida o ia remoendo a cada minuto que se passava. Talvez fosse aquela a primeira vez que ele agiria pelo mais simples impulso, sem pensar nas conseqüências. Não era um homem de escolher palavras erradas, ainda mais quando elas possuem um peso tão grande. O problema era fazer a outra pessoa acreditar nas palavras dele. É esse o problema quando se banaliza essa palavra. E então, ele disse. Estava nervoso, e não raciocinava direito. Cometeu seu erro, ou talvez seu maior acerto, com aquela simples frase:

- Eu te amo.

sábado, 27 de junho de 2009

Sobre... um texto qualquer

Sabe, quando a gente sobrevive a uma guerra, pensamos em coisas horríveis. Ouvi colegas dizerem que não conseguiam dormir, pois reviviam cenas da guerra, presenciei soldados que lutaram comigo sendo internados naquelas clínicas para reabilitação, ouvi casos de pessoas que não agüentaram e se mataram, e ouvi pessoas que se arrependeram de terem participado. Acho que eu me enquadraria nesse último caso, só que com uma diferença: eu me arrependi enquanto guerreava, mas mesmo assim continuei lutando.

Quando estamos nas trincheiras, seja em Berlin, seja no gelo da Rússia, seja lá onde for, escutamos palavras de incentivo vindas de nossos comandantes. Palavras que nos dizem o quão importante é aquilo que estamos fazendo, o quanto é importante defender a liberdade do mundo, o quanto seremos lembrados quando aquilo terminar, as garotas que virão voando aos nossos braços quando chegarmos em casa. Pode parecer engraçado, e pensando bem é mesmo, mas essas palavras nos davam conforto. Nos davam algo pelo qual lutar. Deixavam nosso espírito de luta ligado. Talvez do outro lado, palavras semelhantes tenham sido ditas, pois guerreávamos com toda a nossa força. “É você ou ele no campo de batalha”, me diziam alguns irmãos combatentes. Sim, somos irmãos, pois quando estamos lá você só pode confiar neles, seus irmãos combatentes, soldados como você. Você protege sua retaguarda, e ele protege a sua. É assim na guerra, e devia ser assim fora dela: pessoas confiando em pessoas. Que pena que não é assim... Ah sim, desculpe, acabei me desviando um pouco do assunto. Perdoe esse velho por isso.

domingo, 21 de junho de 2009

Um texto...

Quando eu disse "te amo", tu não me acreditaste.
Era algo passageiro como tantas vezes o provaste.
Quantas vezes ouvimos as mesmas falsas palavras?

Culpo àqueles que o disseram antes de mim.
Achei que era sublime, dito num suspiro, algo sem fim,
Mas o dizem por desejos egoístas, transformando-o em uma fantasia.
Restringir-me-ei de dizê-lo, não serei comparada a tal hipocrisia.

Mas como perceberás que passa em meu coração?
Deixo à mercê do tempo de prová-lo a ti
E uma quimera me dirá que nada é em vão.


Originalmente escrito por Camila Andressa "Sayuri" Ternus

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

O Príncipe das Marés

Como estou de bom humor hoje, resolvi postar duas vezes ^^'
Hoje vou falar sobre um livro que terminei de ler recentemente: "O príncipe das marés" de Pat Conroy. Se eu pudesse descrever esse livro em uma palavra, ela seria: incrível. A trama consegue te deixar cada vez mais preso ao livro. Há um misto de humor, de drama, de romance, de sarcasmo, de fantasia. O autor conseguiu fazer mágica. O personagem principal, Tom Wingo, foi um dos personagens que mais me cativou, e olha que isso não é muito comum com personagens masculinos. A personalidade do cara e seu modo de enxergar o mundo são os pontos altos para mim, além do fato de o autor conseguir colocar um livro dentro de outro. xD
Vou deixar um poema que está contido no livro aqui para vocês. Mas não se iludam, o livro não é de poemas. É só que a irmã do cara é poetisa, e as vezes aparece um poema ou outro.
"Na hora de matar o Príncipe das Marés
O homem pensa, mas Deus decide
Quando matar o Príncipe das Marés"
Quem é o Príncipe das Marés? Leiam e descubram. \0

Que carta de tarô você é?

Pois é... lá estava eu, vagando pela net, vendo uns blogs de ocultismo e coisas do gênero, quando me deparo com o seguinte site: http://www.flarn.com/~warlock/tarot/
Sabem aqueles sites que dizem "que personagem de tal jogo você é?", "que cor você é?", e coisas do gênero? Pois é, fiz o teste do "que carta de tarô você é?" e me surpreendi com o resultado xD


You are The Devil


Materiality. Material Force. Material temptation; sometimes obsession


The Devil is often a great card for business success; hard work and ambition.


Perhaps the most misunderstood of all the major arcana, the Devil is not really "Satan" at all, but Pan the half-goat nature god and/or Dionysius. These are gods of pleasure and abandon, of wild behavior and unbridled desires. This is a card about ambitions; it is also synonymous with temptation and addiction. On the flip side, however, the card can be a warning to someone who is too restrained, someone who never allows themselves to get passionate or messy or wild - or ambitious. This, too, is a form of enslavement. As a person, the Devil can stand for a man of money or erotic power, aggressive, controlling, or just persuasive. This is not to say a bad man, but certainly a powerful man who is hard to resist. The important thing is to remember that any chain is freely worn. In most cases, you are enslaved only because you allow it.


What Tarot Card are You?
Take the Test to Find Out.



É.... q coisa não? Eu juro que pra mim eu não sou uma pessoa ambiciosa... xD

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Sobre desenhos


Uma escadaria para o céu?

Só pra falar que postei alguma coisa, compartilharei uma figura com vocês xD

Não sei de quem é a imagem, mas créditos a minha amiga Rosane Palmeira que "garimpou" essa bela imagem. Não que alguém visite esse pedaço meu na internet, mas caso caiam de paraquedas por aqui, visitem o blog dela. O link está ao lado.

Inté!